® 2016 Manuela de Campos Xavier

Chamo-me Manuela de Campos Xavier.

 

Nasci em Moçambique (1956) onde vivi até aos 21 anos e de onde parti em circunstâncias difíceis.

Pertenço à terceira geração de portugueses nascidos em Moçambique e como herança trago a mensagem genética do avô ( minas do Muiane - Alto Ligonha ) e da mãe, ambos conhecedores e amantes de pedras e metais.

 

Depois de 35 anos nos quadros do Banco de Portugal, em 2013 aconteceu, NÃO POR ACASO, a oportunidade de me iniciar na arte da joalharia contemporânea. É na Pontos Iguais - Galeria e Workshops de Joalharia de Filomeno Pereira de Sousa, reconhecido mestre joalheiro com exposições em Portugal e no estrangeiro que tenho vindo a explorar esta grande e antiga paixão.

 

E uma aprendizagem fascinante mas lenta. Exige trabalho árduo (intelectual e físico) e que resulta na enorme satisfação de criar uma peça única. Repensar a joalharia é um exercício que Filomeno Pereira de Sousa nos exige a cada novo projecto, a cada nova técnica que nos dá a conhecer. Na escola, discretamente, existe um lema escrito - ULTRAPASSE O BANAL.

 

Desta aprendizagem registo com orgulho, a minha participação no Corpo Restrito - evento de joalharia contemporânea, um projecto ousado e ambicioso que se cumpriu com êxito.

Em 2014 a participação no concurso Portojóia 25 anos que me atribui o 1º prémio.

Em 2015 nova participação no concurso Portojóia ( o prémio escapou-nos… ).

Para 2016 espero muito trabalho e sempre novos desafios como a exposição na Galeria Municipal Samora Barros em Albufeira que muito me honra.